Olá!
Olá!
Queremos começar por agradecer a todas as pessoas que já decidiram apoiar a Zona Proibida. O vosso contributo, as mensagens que nos têm enviado, as partilhas e o entusiasmo com que têm acolhido este projeto significam muito para nós. É muito gratificante perceber que uma ideia que nasceu da vontade de dar visibilidade a este tão importante está a chegar a tantas pessoas, muitas delas que nem conhecemos, e a reunir uma comunidade que acredita na importância de lutar por uma cidade com mais convívio, comunidade e cultura.
A Zona Proibida nasceu da inquietação perante a transformação de Lisboa e da vontade de refletir sobre o impacto da gentrificação nos espaços culturais, associativos e comunitários da cidade. Nasceu também da sensação de que Lisboa se tem vindo a tornar um lugar onde muitos de nós já não nos reconhecemos, já não a habitamos da mesma forma e, por vezes, já nem nos sentimos em casa.
O que começou como a ideia de realizar um documentário ganhou, pelo caminho, uma vida própria. Hoje é também um movimento e uma plataforma cívica que procura reunir pessoas em torno deste tema, criar momentos de encontro, de conversa e de diálogo, para encontrarmos respostas e imaginarmos, em conjunto, soluções para transformar Lisboa. Tem sido uma viagem desafiante, mas profundamente gratificante.
Acreditamos que é cada vez mais urgente voltarmos a ambicionar sonhar. Ambicionar cidades onde possamos viver com dignidade, onde exista espaço para a cultura, para o encontro, para a vida comunitária e para construirmos novos caminhos através do diálogo, da resistência e da ação coletiva.
Tem-nos enchido o coração ver a forma como tantas pessoas têm recebido este projeto, partilhando connosco as suas memórias, a vontade de colaborar e de construir em conjunto. É essa resposta que nos dá força para continuar.
Queremos também convidar-vos para o encontro que vamos realizar no dia 26 de julho, nos Jardins de Bombarda, onde teremos a oportunidade de conversar presencialmente sobre o impacto que a gentrificação tem tido no tecido cultural e na vida comunitária de Lisboa. Gostávamos muito de vos encontrar lá.
Outra novidade é que já estamos a preparar a comunidade destinada às pessoas que apoiaram a campanha e escolheram as recompensas que dão acesso aos conteúdos exclusivos da Zona Proibida. Estamos ainda a definir qual será a plataforma (como o Slack ou o Discord), mas a ideia é criar um espaço onde possamos partilhar o making of do documentário, as entrevistas completas, atualizações do projeto, materiais de bastidores e, acima de tudo, continuar esta conversa convosco ao longo de todo o processo.
Só conseguiremos lançar esta comunidade depois de terminar a campanha. Nessa altura, iremos organizar todas as recompensas e enviar um e-mail às pessoas elegíveis com toda a informação para acederem ao espaço.
Só conseguiremos lançar esta comunidade depois de terminar a campanha. Nessa altura, iremos organizar todas as recompensas e enviar um e-mail às pessoas elegíveis com toda a informação para acederem ao espaço.
Ainda temos 26 dias de campanha pela frente. Graças ao vosso apoio, já angariámos 1.591 €, mas ainda nos faltam 4.409 € para atingir a meta dos 6.000 € e garantir que conseguimos dar continuidade a este projeto da forma que imaginamos.
Se puderem, ajudem-nos a dar este último impulso. Partilhem a campanha com amigos, familiares e outras pessoas que possam identificar-se com este projeto. Cada partilha pode chegar à pessoa certa e cada contributo, por mais pequeno que seja, faz verdadeiramente a diferença.
Por fim, deixamos também o registo da conversa de apresentação da Zona Proibida, que aconteceu no dia 23 de maio, no MIL Cultura e Política. Se vos apetecer conhecer melhor o projeto e ouvir a conversa na íntegra, podem fazê-lo através do link abaixo no Youtube ou Spotify.
https://linktr.ee/zona_proibida_lisboa
Obrigado por caminharem connosco e por acreditarem que é possível imaginar e construir uma cidade mais viva, justa e mais humana.
Zona Proibida
Olá!
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Queremos começar por agradecer a todas as pessoas que já decidiram apoiar a Zona Proibida. O vosso contributo, as mensagens que nos têm enviado, as partilhas e o entusiasmo com que têm acolhido este projeto significam muito para nós. É muito gratificante perceber que uma ideia que nasceu da vontade de dar visibilidade a este tão importante está a chegar a tantas pessoas, muitas delas que nem conhecemos, e a reunir uma comunidade que acredita na importância de lutar por uma cidade com mais convívio, comunidade e cultura.
A Zona Proibida nasceu da inquietação perante a transformação de Lisboa e da vontade de refletir sobre o impacto da gentrificação nos espaços culturais, associativos e comunitários da cidade. Nasceu também da sensação de que Lisboa se tem vindo a tornar um lugar onde muitos de nós já não nos reconhecemos, já não a habitamos da mesma forma e, por vezes, já nem nos sentimos em casa.
O que começou como a ideia de realizar um documentário ganhou, pelo caminho, uma vida própria. Hoje é também um movimento e uma plataforma cívica que procura reunir pessoas em torno deste tema, criar momentos de encontro, de conversa e de diálogo, para encontrarmos respostas e imaginarmos, em conjunto, soluções para transformar Lisboa. Tem sido uma viagem desafiante, mas profundamente gratificante.
Acreditamos que é cada vez mais urgente voltarmos a ambicionar sonhar. Ambicionar cidades onde possamos viver com dignidade, onde exista espaço para a cultura, para o encontro, para a vida comunitária e para construirmos novos caminhos através do diálogo, da resistência e da ação coletiva.
Tem-nos enchido o coração ver a forma como tantas pessoas têm recebido este projeto, partilhando connosco as suas memórias, a vontade de colaborar e de construir em conjunto. É essa resposta que nos dá força para continuar.
Queremos também convidar-vos para o encontro que vamos realizar no dia 26 de julho, nos Jardins de Bombarda, onde teremos a oportunidade de conversar presencialmente sobre o impacto que a gentrificação tem tido no tecido cultural e na vida comunitária de Lisboa. Gostávamos muito de vos encontrar lá.
Outra novidade é que já estamos a preparar a comunidade destinada às pessoas que apoiaram a campanha e escolheram as recompensas que dão acesso aos conteúdos exclusivos da Zona Proibida. Estamos ainda a definir qual será a plataforma (como o Slack ou o Discord), mas a ideia é criar um espaço onde possamos partilhar o making of do documentário, as entrevistas completas, atualizações do projeto, materiais de bastidores e, acima de tudo, continuar esta conversa convosco ao longo de todo o processo.
Só conseguiremos lançar esta comunidade depois de terminar a campanha. Nessa altura, iremos organizar todas as recompensas e enviar um e-mail às pessoas elegíveis com toda a informação para acederem ao espaço.
Só conseguiremos lançar esta comunidade depois de terminar a campanha. Nessa altura, iremos organizar todas as recompensas e enviar um e-mail às pessoas elegíveis com toda a informação para acederem ao espaço.
Ainda temos 26 dias de campanha pela frente. Graças ao vosso apoio, já angariámos 1.591 €, mas ainda nos faltam 4.409 € para atingir a meta dos 6.000 € e garantir que conseguimos dar continuidade a este projeto da forma que imaginamos.
Se puderem, ajudem-nos a dar este último impulso. Partilhem a campanha com amigos, familiares e outras pessoas que possam identificar-se com este projeto. Cada partilha pode chegar à pessoa certa e cada contributo, por mais pequeno que seja, faz verdadeiramente a diferença.
Por fim, deixamos também o registo da conversa de apresentação da Zona Proibida, que aconteceu no dia 23 de maio, no MIL Cultura e Política. Se vos apetecer conhecer melhor o projeto e ouvir a conversa na íntegra, podem fazê-lo através do link abaixo no Youtube ou Spotify.
https://linktr.ee/zona_proibida_lisboa
Obrigado por caminharem connosco e por acreditarem que é possível imaginar e construir uma cidade mais viva, justa e mais humana.
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