News of the PPL world
Silicon Dreams (7 of 9)
Plug & Play Tech Center 440 North Wolfe Road, Sunnyvale, CA 94085
Inspirational!
“Plug and Play Tech Center is a global accelerator that specializes in growing tech startups.Headquartered in Sunnyvale California, Plug and Play’s network includes over 300 tech startups, 180 investors and a community of leading Universities and Corporate partners.”
- Accelerated over 1,000 startups since 2006
- Community of over 300 startups
- Outreach to over 3,000 startups in Silicon Valley
- Startups have raised over $ 1 B in venture funding since 2006
- Relationships with 100 corporate partners
- Relationships with over 180 VC partners
Santa Clara University “The main traits of a Serial Entrepreneur” with Jorge Fernandes, CEO of Mobibucks
Jorge Fernandes is a renowned serial entrepreneur counting several successes in his repertoire.
PPL Crowdfunding Portugal is only too happy to have Jorge as part of its Advisory Board Member and so to benefit from the first hand advice of this reference in the field.
Jorge inspired the team with his account of Silicon Valley misadventures and challenges of making it big.
In particular, he shared some of the challenges of launching something relevant in the ever so competitive mobile payments sector.
His strategy, repeated over 16 times: find the unique technological advance that resolves the tremendous challenge to society and… patent it!
Jorge is relentless in his pursuit of innovative excellence and although his legacy shows incredibly prosperous activity, he is serene in his approach and clear in his strategy. One ingredient serves as a differentiating factor; he believes in and is pragmatic in pursuing his dreams.
Sleep with a notebook next to your bedside!
Silicon Dreams (8 of 9)
- “Innovation Ingredients” at IDEO, Pier 28 Annex, The Embarcadero San Francisco
At IDEO we found our ticket.

Rather than describing the deeply inspiring atmosphere and message, the story behind the shopping cart concept done for ABC’s nightline (which you can see below), we leave you with the IDEO’s guiding principles and now ours:
- Defer Judgement
- Encourage Wild Ideas
- Build on the Ideas of Others
- Stay Focused on Topic
- One Conversation at a Time
- Be Visual
- Go for Quantity
Are these guys design thinking or is Design Thinking IDEO?
Disruptively encouraging:
- It’s not about how much we earn, it’s about how much we learn
- The longer you are at IDEO the less you know what you are doing
- Bring your passions to work
- You are your own brand
- Strategy is a reflection, not a vision
- We don’t know what’s the destination but we have a great sense of direction
In summary, this company defends that Cultures of Innovation are Cultures of Learning, that Entrepreneurship is a Mindset, not a Startup and that… eventually… The Network Takes Over, The Company Dies.
A big lesson for a crowdfunding startup like PPL Crowdfunding Portugal.
Silicon Dreams (9 of 9)
To finish off our stay in Silicon Valley, nothing like a cocktail and networking event with members of BayBrazil, PALCUS – Portuguese American Leadership Council in the US, PAPS - Portuguese American Post-Graduate Society, Black Founders San Francisco and with the local business community at Autodesk Gallery, One Market Street, 2nd Floor, San Francisco.
We returned to the famous Autodesk gallery to have a celebration of a week full of inspiration, networking and sharing of the will to take action. PPL Crowdfunding Portugal still had the chance to do one last pitch on the virtues of Portuguese speaking entrepreneurial projects that give the opportunity to investors from anywhere in the world to become part of the concept, invest in interestingly different ideas and support young entrepreneurs get their much needed seed and pre-seed capital for lift off.
Alas Silicon Dreams may one day come true. The tremendous motivational capital gathered through this intensive week will no doubt serve as nourishment to keep dreaming, keep doing and keep failing in order to succeed!
A special thank you to the Global Strategic Innovation International Executive Program run by the Leadership Business Consulting (LBC) Group, that were outstanding in their efforts and dedication to a fully successful Silicon Valley Immersion.
A Grande Final do Prémio BET Challenge Startup 1.0
No âmbito do evento 24 Horas BET, foram seleccionadas no Challenge Startup 1.0 as três equipas finalistas desta competição de ideias de negócio promovida pelo BET e que terão nesta derradeira eliminatória a possibilidade de ganharem o prémio da competição e de o multiplicar através do financiamento que consigam obter através da sua candidatura ao crowdfunding PPL Crowdfunding Portugal.
Nesta fase da competição, as três equipas seleccionadas para a eliminatória final ficarão em financiamento na plataforma PPL Crowdfunding Portugal, onde durante um período de 30 dias procurarão reunir o maior número de apoiantes para as suas propostas de ideia de negócio, assim como concretizar a plena execução do montante de financiamento submetido, uniformizado para as três equipas em avaliação no valor de 1.200€.
A avaliação da performance das diferentes equipas submetidas a esta fase de financiamento via crowdfunding e a respectiva selecção do vencedor do BET Challenge Start-up 1.0 será determinada em função da observação dos critérios “número de apoiantes”, “velocidade de execução (em número de dias)” e “grau de execução do financiamento (em %)”, com uma ponderação de 40%, 20%, e 40%, respectivamente.
Na eventualidade de se verificar um empate entre duas ou três equipas em avaliação o júri deliberará consensualmente no sentido de seleccionar a equipa à qual deverá ser atribuído o primeiro e segundo prémios.
A todos solicitamos, desde já, o apoio e contribuição para tornar todos estes projectos uma realidade, ajudando estes jovens na perseguição dos seus sonhos e concretização dos seus objectivos. Com o apoio de todos, VAMOS mudar Portugal: Atrevem-se?
A Equipa BET.
Mais informações BET Católica: http://www.betcatolica.com/
Página no Facebook: http://www.facebook.com/betcatolica
Informações e Contactos: 91 815 43 17 / 91 851 33 84
PPL 2.0
A defining moment for PPL Crowdfunding Portugal.
Today we launch our new platform.

This includes functionality requested by and validated with our colleagues, the users.
One of the main changes is the bi-lingual option where now all Portuguese and English speakers will be able to launch, source, fund and collaborate across any projects.
We want to thank the crowd for supporting us, believing in PPL and all the cool projects that have been shared.
Thank you also to all the entrepreneurs and idea pitchers as PPL is what you have shared and believed in.
Together we can go further. Together we can accomplish!
Collaborative finance - At a time when alternatives to traditional forms of finance are welcome and the technology to deliver them is abundant, crowdfunding has a strong potential to positively disrupt the entrepreneurial generation setting and grow to a position of significant relevance in society.
So here's PPL 2.0

A Taste of Crowdfunding
A Ana Canhoto, uma referência internacional nas áreas de Digital Marketing, Customer Relationship Management e Competitive Intelligence, escreve-nos sobre o fenómeno do Crowdfunding.
Neste post do seu blog, relaciona o investidor em crowdfunding com o consumidor final de um produto ou serviço e o relevante envolvimento deste na cadeia de valor e no processo criativo de um empreendedor.
(R)Evolução do papel do consumidor final...
A Taste of Crowdfunding - by Ana Canhoto
A Ana lecciona actualmente em Oxford Brookes University depois de ter passado pela London School of Economics e pela Henley Business School.
"Livros de Ontem" financiados no PPL Crowdfunding Portugal
No Público de 7 de Abril
Três estudantes de Lisboa recorreram ao "crowdfunding" para criar a plataforma "Livros de Ontem". Todos saem a ganhar: os estudantes mais velhos fazem dinheiro e os mais novos encontram as obras a preços mais baixos
Uma excelente forma de empreender, obtendo o envolvimento dos futuros clientes... antes de investir e lançar o negócio, validando assim com antecedência o interesse do público alvo em obter o seu produto.
Empreendedores inovadores em Portugal dão o mote utilizando uma ferramenta de Crowdfunding (ppl.com.pt - PPL Crowdfunding Portugal) para se financiarem e assim lançarem a sua empresa.
Empreendedores portugueses financiados via crowdfunding
Os livros académicos podem ser caros, estar esgotados nas livrarias ou mesmo já não ser produzidos. O projecto "Livros de Ontem" vem oferecer uma alternativa aos estudantes. João Batista, 19 anos, conta que o objectivo da iniciativa é “oferecer aos estudantes os livros obrigatórios de que necessitam a um preço que consigam pagar”.
Entrevista a João Correia
Ao que parece, para um projecto ser bem sucedido, não basta divulgá-lo numa ampla rede de contactos. Como é que se consegue traduzir o passa palavra em apoios ao projecto?
É necessário conseguir com que o público-alvo acredite no projecto. Se entusiasmar as pessoas o suficiente, elas acabam por se tornar em promotoras do projecto, contactando os amigos, partilhando os vídeos e fotos, e eventualmente, fazendo doações. Resume-se a uma mistura entre contactar as pessoas certas, apertar os botões indicados, e um pouco de sorte.
Qual a maior dificuldade que enfrentaste durante a promoção do teu projecto no PPL?
Não diria que foi exactamente uma dificuldade, mas desde o início da promoção do documentário e em especial do projecto de Crowdfunding, que quis transparecer que as doações não eram nenhum estratagema para obter um financiamento indiscriminado, mas uma forma de envolver o público de uma forma mais pessoal, transformando-os no "combustível" do projecto. Optei por ter uma relação mais próxima, esclarecendo as dúvidas que iam surgindo, de forma a conseguir transmitir exactamente o que pretendia fazer.
Da(s) estratégia(s) que adoptaste, quais foram mais eficazes? E menos?
O vídeo foi a ferramenta mais eficaz para promover o projecto, e foi exactamente neste pormenor que investi mais, pois sei que as pessoas têm uma predisposição maior para ver um pequeno vídeo e partilhar o mesmo. Se tivesse feito um vídeo onde apareço sentado a falar sobre o projecto, ninguém o ia partilhar.
O Twitter foi a plataforma onde tive menos feedback, mas do pouco que tive, foi bastante importante, e como tal, não diria que foi menos eficaz.
O que farias diferente se lançasses uma nova campanha?
Provavelmente apostaria ainda mais nos vídeos, assim como numa forma de colocar o público como promotores activos do projecto, através de concursos e/ou desafios semanais.
Para além do financiamento do projecto, qual o impacto da tua campanha de crowdfunding? Podes mencionar por exemplo efeitos de divulgação, apoios de que não estavas à espera, novas oportunidades que tenham surgido durante/após financiamento do projecto, etc.
Surgiram propostas para outros trabalhos não relacionados com o projecto, a ADXTUR que coordena a rede das Aldeias do Xisto conseguiu arranjar-me alojamentos e algum apoio monetário, factor que se tem revelado crucial para a sobrevivência do projecto, e cheguei a ter pessoas que se ofereceram para me disponibilizar alojamento nas próprias residências, assim como material que eu necessitava e não consegui adquirir com o montante recolhido através das doações. Todos estes gestos apenas vieram demonstrar que há uma enorme vontade de apoiar projectos deste género, e que iniciativas do género são reconhecidas por desenvolver ideias que provavelmente nunca chegariam a ver a luz do dia de outra forma.
Qualquer recomendação ou feedback acerca da plataforma, dos processos etc. são obviamente bem-vindas!
Penso que uma versão da plataforma em língua inglesa seria bem recebida, visto o modelo actual apenas alcançar quem fala/lê português.
Entrevista a Paulo Moreira

Colocámos algumas questões ao Paulo Moreira, promotor de um dos projectos com maior sucesso na plataforma! Eis o resultado da conversa:
PPL: Ao que parece, para um projecto ser bem sucedido, não basta divulgá-lo numa ampla rede de contactos. Como é que se consegue traduzir o passa-palavra em apoios ao projecto?
PM: A rede de contactos pessoais, real e virtual, por mais ampla que seja, dificilmente será suficiente para financiar a totalidade do projecto. Há que fazê-lo chegar a um público mais alargado. No meu caso, paralelamente a uma intensa e contínua divulgação em pessoa e nas redes sociais, assumo que tirei partido do ‘poder’ da comunicação social.
Fiz uma nota de imprensa sobre a exposição “Angola não é um país pequeno”, que teria como elemento ‘extra’ uma publicação que, por sua vez, procurava financiamento via crowdfunding. Esta estratégia terá sido preponderante para a dimensão que a divulgação atingiu.
Por um lado, fez com que o projecto chegasse a um público mais alargado. E por outro lado, talvez com mais impacto prático, fez com que a divulgação consistisse em algo mais do que um apelo ‘na primeira pessoa’, baseado na transmissão de um link exclusivo: permitiu uma diversificação de conteúdos e formatos por diferentes meios e plataformas...
Estou certo que, através da constante disseminação de artigos e entrevistas, ‘convenci’ algumas pessoas a investir no projecto! Ao mesmo tempo, isto fez com que os apoiantes ‘institucionais’, que iriam contribuir com valores elevados, se fossem interessando gradualmente pela ideia.
Qual a maior dificuldade que enfrentaste durante a promoção do teu projecto no PPL?
Promover o projecto exige uma enorme disponibilidade, que pode ser confundida com a ‘dificuldade’ de ter que explicar constantemente o conceito de crowdfunding, em que consistia o meu projecto, as recompensas, etc.
Em primeiro lugar, houve alguma dificuldade na preparação e encerramento da promoção propriamente dita: definir a estratégia, editar o video, produzir e entregar as recompensas... foi realmente trabalhoso!
Mas a tarefa mais complexa de todas talvez tenha sido explicar o processo de transferência de dinheiro para a conta do projecto. Reparei que, aquelas pessoas que estariam só parcialmente interessadas em colaborar, tenham acabado por desistir, por considerarem o processo demasiado complicado. Na minha opinião, este é um ponto a melhorar.
Das estratégias que adoptaste, o que foi mais eficaz? E menos?
A fase de preparação foi essêncial e provou ter sido eficaz. Permitiu delinear a estratégia de modo a aproximar as recompensas ao perfil dos possíveis investidores. No meu caso, simplificando o plano, imaginei dois tipos de apoiantes: individuais e institucionais.
Os primeiros estariam interessados no projecto, mas sobretudo no meu trabalho global, do qual teriam o mínimo conhecimento (pertenceriam, maioritariamente, à minha rede próxima ou alargada de familiares, amigos e conhecidos). Este grupo iria contribuir com valores relativamente baixos, por isso procurei oferecer grande variedade de recompensas para investimentos de valores modestos. Por exemplo, defini recompensas tão distintas como um livro, um cachecol, um poster ou um dvd para valores muito próximos (15 e 25 euros). Esta estratégia provou ser eficaz.
O segundo tipo de apoiantes, as instituições, teriam capacidade para contribuir com um valor mais elevado (cerca de 200 euros), a troco de combinações de várias recompensas e publicidade no livro. A estratégia para este grupo talvez não tenha sido tão eficaz, sobretudo porque exigia o contacto pessoal (reuniões, apresentações), que o tempo, a distância ou outras circunstâncias não permitiram satisfazer a 100%.
O que farias de modo diferente se lançasses uma nova campanha?
Procurava uma estratégia capaz de captar apoios de valores intermédios (um novo grupo-alvo?); reconsiderava o valor dos investimentos institucionais (parece-me que poderia aumentar) e tentava optimizar os custos da produção das recompensas. Tudo isto talvez permitisse aumentar a tiragem da edição do livro.
Para além do financiamento do projecto, qual o impacto da tua campanha de crowdfunding? Podes mencionar por exemplo efeitos de divulgação, apoios de que não estavas à espera, novas oportunidades que tenham surgido durante/após financiamento do projecto?
É importante referir que o projecto de crowdfunding foi igualmente, em vários níveis, um investimento meu. O objectivo foi financiar a produção física da publicação (designers, traduções, impressão...), mas houve também um trabalho preparatório imenso, de edição e produção de conteúdos, que exigiu um grande investimento intelectual, etc. Tive o privilégio de contar com um grupo de contribuidores que acreditaram no projecto desde o início, aos quais agradeço!
Poderia dizer que a estratégia de divulgação permitiu fazer chegar o meu trabalho a muitos públicos, o que não deixa de ser verdade... Mas há um outro aspecto que é importante referir: isto é o meu trabalho. A publicação foi um elemento integrante da exposição “Angola não é um país pequeno”, da qual faziam parte outros materiais. Desse modo, interessava-me reflectir sobre as várias dimensões do objecto ‘livro’, desde a sua divulgação ao seu financiamento e produção – são partes integrantes de uma prática em si mesma.
O trabalho que estou a desenvolver tem uma dimensão fenomenológica, envolvendo uma série de indivíduos e instituições em práticas investigativas que cruzam métodos de diferentes disciplinas, da arquitectura às ciências sociais. As pessoas que se envolveram no projecto de crowdfunding tornaram-se colaboradoras do objecto final de facto... Não só por os seus nomes terem sido incluídos na lista de agradecimentos. Por exemplo, o último capítulo do livro inclui transcrições da entrevista à RDP-África e do artigo do P3 – Público. Inclui também uma reflexão sobre o poster que deu ‘cara’ ao projecto, elaborada pelo designer Nuno Coelho. Interessava-me documentar as reacções e o interesse que o projecto ia despertanto no público, e resolvi inclui-los no livro. Acho que esta é a essência de um projecto participativo.
Respondendo directamente à questão: o projecto trouxe muitas vantagens ao meu trabalho. No dia do lançamento, vendi metade da edição! Agora, o livro está praticamente esgotado, há meia dúzia de exemplares à venda na Livraria Fernando Machado e na Matéria-Prima, no Porto e Lisboa.
Isto excedeu as expectativas largamente, porque era suposto apresentar o livro em Luanda e noutros locais... É muito importante levá-lo aos participantes do workshop que deu origem à exposição (moradores do bairro da Chicala e estudantes de arquitectura das Universidades Agostinho Neto e Lusíada de Angola), porque irão sentir orgulho no seu bairro e no seu trabalho. Estou neste momento a preparar a segunda edição, para poder cumprir esse objectivo.
Esta segunda edição não será financiada via crowdfunding, porque entretanto reuni suficientes apoios de novos e recorrentes mecenas institucionais. Entretanto, continuo a receber reacções positivas (por exemplo, recentemente encontrei uma espécie de fórum online sobre o poster que deu título ao projecto) e algumas propostas motivadoras, como uma reportagem numa revista semanal (em processo) e uma exposição em Londres.
Tudo isto foi possível, sem dúvida, pela visibilidade que o projecto atingiu na plataforma PPL – e agradeço-vos por isso, são também colaboradores do projecto.
Livros de Ontem, o fim de uma etapa
O projecto Livros de Ontem chega agora ao fim de um ciclo. Desde que criámos esta ideia, em Setembro de 2011, até agora, já passaram sete meses. Foi exactamente quanto tempo levou para que três jovens estudantes identificassem um problema, criassem uma alternativa e a implementassem na sociedade e no mercado. Neste processo, o PPL foi crucial. A sua alternativa de financiamento inovadora despertou em nós grande curiosidade e vimos nesta ideia um valor imenso. Esta ciclo que agora se fecha, com o sucesso do financiamento dos Livros de Ontem, vem provar exactamente isso. Vem provar que agora é muito mais fácil e acessível inovar em Portugal.
Resta-me então agradecer profundamente ao PPL pela forma exemplar como tratou o nosso processo e nos ajudou a chegar até aqui e agradecer também a quem viu potencialidades na nossa ideia e contribuiu para que atingíssemos o nosso objectivo de 1500€. Como promotor deste projecto, cabe-me deixar ainda duas notas:
1º. Em primeiro lugar, não queria perder esta oportunidade de louvar o trabalho do PPL e de explicar de forma é que aproveitámos esta oportunidade.
Quando pensámos em lançar o projecto Livros de Ontem, em Setembro de 2011, a questão que se afigurou como mais difícil de ultrapassar foi sem dúvida o financiamento. Neste projecto todos os membros são estudantes universitários, sem poupanças para investir e sem a possibilidade de pedir créditos. Foi então que tivemos conhecimento do PPL e do crowdfunding que aceitámos desde logo como a solução ideal. Para além de não termos de nos endividar para investir naquilo que queríamos, o financiamento pela multidão deu-nos a possibilidade de nos aproximar-mos do nosso público alvo logo à partida, tornando os Livros de Ontem num projecto de proximidade. Esta experiência entre os Livros de Ontem e o PPL só vem confirmar uma coisa: é cada vez mais fácil inovar e investir em Portugal!
2º Em segundo lugar, penso que devo aos apoiantes do nosso projecto e a toda a comunidade PPL uma breve explicação sobre o destino do dinheiro que recebemos e sobre o que planeamos para o futuro. Concluída a fase do financiamento, os Livros de Ontem vão agora apostar na divulgação e publicidade. O dinheiro angariado vai ser fundamental para imprimir o nosso material publicitário e para dar à nossa marca a visibilidade que ela merece. Vamos também entrar em digressão e correr as bibliotecas, as faculdades, as juntas de freguesia e as escolas secundárias promovendo e apresentando o projecto. Simultâneamente, é também altura para começar a captar novos talentos da escrita em língua portuguesa para que os possamos editar e revelar o seu talento ao país.
Aproveitar então para dizer que a saída dos Livros de Ontem do PPL não é o fim, mas sim o início de uma nova etapa em que vamos passar do planeamento para a acção. Espero que continuem interessados no que nós gostamos mais de fazer e que, acima de tudo, participem!
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