News of the PPL world
Experiência crowdfunding da biblioHistória
Pedro Almeida Vieira, escritor e promotor do projecto "biblioHistória", partilha a sua experiência com a campanha de crowdfunding, incluindo os factores de sucesso e as dificuldades.
Uma velha ideia recorrendo às novas tecnologias, ou ainda uma inovadora solução para resolver ancestrais problemas – assim se pode caracterizar o Crowdfunding, um método eficaz para desenvolver projectos pessoais com o apoio solidário.
Pessoalmente, nunca tinha aproveitado este sistema. Conhecia-o de algumas experiências no estrangeiro, com bastante sucesso, sabia existir em Portugal, mas nunca tinha pensado em recorrer a esta solução quando comecei a desenvolver, desde há mais de dois anos, uma base de dados sobre literatura portuguesa do género histórico – a biblioHistória. Tinha até então um pequeno apoio de um grupo editorial (Porto Editora), que cobria alguns custos de funcionamento, mas com a suspensão repentina deste financiamento vi-me confrontado com um dilema: ou encerrava o site (deitando por terra um manancial de trabalho enorme) ou tentava obter pequenos apoios financeiros das pessoas para quem, em primeira e última instância, a base de dados servia.
Através de alguma pesquisa e de conselhos de amigos, cheguei então ao PPL - Crowdfunding Portugal, que me pareceu, desde logo, uma iniciativa séria, quer pelas pessoas envolvidas quer pelos critérios exigidos. Os passos necessários até à aprovação da candidatura, por fases, embora me tenha dado algum trabalho, também aumentou, na minha perspectiva, a garantia de ser um sistema sério. Isto porque o meu pedido de financiamento solidário estaria já devidamente avalizado, o que aumentaria a probabilidade de sucesso.
E ele veio, de facto, com resultados rápidos, permitindo não só angariar a verba necessária para manter e desenvolver a biblioHistória, como também me serviu para avaliar a qualidade (pelo feedback obtido) do trabalho que vinha desenvolvendo.
Um dos aspectos essenciais para o sucesso desta experiência, adveio obviamente da qualidade do projecto, mas também da divulgação junto dos amigos e conhecidos. Nesse aspecto, as redes sociais (designadamente o Facebook) foram fundamentais, bem como as recompensas por mim oferecidas, tendo sido para mim bastante gratificante constatar que muitos dos apoios surgiram de pessoas que nem sequer conhecia pessoalmente.
Existiu, porém, alguns problemas que, não sendo «culpa» do PPL - Crowdfunding Portugal, acabam por dificultar os apoios. Sendo um sistema novo, ainda não muito «familiarizado» para grande parte dos portugueses, os procedimentos a efectuar para a concretização do apoio (através de transferências bancárias ou pagamento por multibanco) mostraram-se por vezes «complexos» (no sentido de serem estranhos), situação que pode levar a que algumas pessoas desistam de apoiar. No meu caso pessoal tentei contornar essas dificuldades auxiliando os potenciais doadores com os necessários esclarecimentos, e encontrando, com os responsáveis do PPL - Crowdfunding Portugal, soluções para canalizar apoios obtidos por vias alternativas.
Em suma, se hoje a biblioHistória ainda existe e o seu potencial de continuidade está no auge, muito se deve ao PPL - Crowdfunding Portugal. E sobretudo às pessoas que acreditam em projectos e que os apoiam, mesmo com pequenas verbas, para a sua concretização. Afinal, um rio faz-se de pequenas gotas.
Pedro Almeida Vieira, gestor da biblioHistória
www.pedroalmeidavieira.com/bibliohistoria
O Crowdfunding para a Livros de Ontem
João Batista, autor do projecto "Livros de Ontem", relembra a sua campanha de crowdfunding e explica os passos que fez desde a ideia até formar o negócio, passando pelos prémios, como o do The Next Big Idea.

Já lá vai algum tempo (cerca de um ano e meio) desde que lancei o meu primeiro projeto de empreendedorismo: a editora Livros de Ontem. Na altura, com apenas 18 anos e estudante de Ciência Política e Relações Internacionais, não sabia nada acerca do empreendedorismo, acerca das empresas, acerca do marketing ou dos mercados. Estava muito fechado no meu mundo, aquele em que eu era bom e me sentia confortável: a escrita. Foi como autor e como estudante que senti as dificuldades que me levaram a criar a Livros de Ontem, já com uma atitude empreendedora por detrás (mesmo sem ter consciência disso).
Foi o PPL que me ajudou a tornar uma ideia algo confusa num negócio que, até agora, conta com um largo sucesso. Foram eles quem me disseram o que fazer, como fazer e quando fazer. Basicamente, foram eles que me introduziram no empreendedorismo e no mundo empresarial.
O financiamento coletivo que o PPL me proporcionou foi um elemento essencial para o lançamento deste meu projeto a vários níveis. Em primeiro lugar, ajudaram-me a transformar uma ideia solta numa ideia de negócio. Em segundo, deram-me a oportunidade de testar a minha ideia antes de a lançar para o mercado e antes de investir nela. Em terceiro, garantiram-me o acesso a capital que sem o crowdfunding nunca teria sido capaz de angariar. Em quarto, deram-me uma visibilidade enorme junto dos meios de comunicação social e catapultaram a minha ideia para o pódio de vários concursos de empreendedorismo nacionais.
Claro que o processo não foi tão fácil e linear como aqui o descrevo. Angariar capital através de crowdfunding não é tarefa fácil e lançar um projeto na plataforma não é garantia de que ele seja financiado. Mas, na minha opinião, é esta a "magia" do PPL: separa os vencedores, os empreendedores, aqueles que têm vontade de fazer coisas, dos que desistem às primeiras dificuldades e que, por isso, dificilmente sobreviveriam no mercado. Ter um projeto no PPL fez-me ganhar consciência de que era tudo real e que estava mesmo a acontecer: tinha de me mexer! E, nesta fase, os eventos e a divulgação são fundamentais.
Para a Livros de Ontem o crowdfunding foi mais do que uma coisa positiva, foi um elemento absolutamente decisivo para retirar a ideia do papel. Aliás, esta primeira experiência foi tão positiva que novos projetos e novas ideias desta equipa irão, em breve, parar ao crowdfunding naquilo a que gostamos de chamar um regresso às origens.
Crianças da Costa do Sol recebem biblioteca móvel
“O TCHOVA DA JUJU”, uma biblioteca móvel infantil destinada a promover o acesso ao livro e a reforçar a ligação entre as escolas e as comunidades, chega no próximo sábado, dia 16 de Março, às 9h, ao bairro da Costa do Sol.

Sob o lema “Brincar e Aprender”, o Tchova vai ser acolhido em ambiente de festa, num convívio comunitário que incluirá actividades de dinamização da leitura e nutrição reforçada para um grupo de crianças do bairro.
Esta biblioteca itinerante, construída a partir de um tchova (carroça típica de Moçambique), vai circular entre o bairro e a Escola Primária Completa NTWANANU, no âmbito de um protocolo assinado a 12 de Março de 2013 com a Escola Portuguesa de Moçambique (programa MABUKO YA HINA), a Escola Ntwananu e a Associação Livro Aberto.
«Achamos que é extremamente importante a questão do livro, porque incentiva a leitura, a criatividade e temos uma experiência muito interessante com a mais-valia destas maletas de leitura, que tiveram um efeito directo nos resultados escolares numa das escolas onde trabalhamos há mais tempo», salientou a Directora da Escola Portuguesa de Moçambique, Dina Trigo de Mira, durante a cerimónia de assinatura do protocolo.
O programa MABUKO YA HINA é implementado em articulação com o Ministério da Educação de Moçambique, inserindo-se num projecto da Rede de Bibliotecas Escolares de Portugal, financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian e pelo Projecto Ricardo Diogo.
A construção do Tchova da Juju foi viabilizada por cerca de 70 apoiantes através de uma campanha de financiamento colectivo no site PPL.COM.PT. A iniciativa insere-se no projecto “A Formiga Juju e o Sapo Karibu”, implementado em parceria com a AIDGLOBAL, DSF-Douleurs Sans Frontières e a LIVRO ABERTO, visando a promoção da educação inclusiva em Moçambique.
A Formiga Juju é um movimento cívico de promoção da leitura e expressão criativa em Moçambique, direccionado para crianças em situação de vulnerabilidade. A nossa missão é despertar a imaginação das crianças, através da distribuição gratuita de livros e construção de bibliotecas, para que possam elas próprias tornarse criadoras das suas histórias.
Testemunho de Eduardo Morais
Eduardo Morais, autor do projecto "Música em Pó", partilha connosco a sua experiência da campanha de crowdfunding.
Vale a pena ler, especialmente para quem está a pensar arrancar com a sua campanha.

Para fazer o meu segundo filme "Música em Pó", criei uma campanha de crowdfunding e estabeleci um patamar de 900 euros para conseguir comprar material e me deslocar para os vários locais de filmagem. A campanha foi bem sucedida.
Nas várias entrevistas que dei para a comunicação social, sempre gostei de brincar com o termo "mendigar virtual" (não no sentido depreciativo, claro) ao descrever o pedido que andava a fazer.
Um dos aspectos interessantes do crowdfunding é fazer com as pessoas entendam que, ao apoiarem, elas também passam a fazer parte do projecto desde a sua raiz. Não basta oferecer um dvd ou o produto final quando o mesmo estiver terminado, mas demonstrar que ao ajudarem, as mesmas se tornam um membro do projecto. Isso acaba por ser mais satisfatório do que qualquer recompensa.
A maior dificuldade prendeu-se com a duração da campanha. É verdade quando o PPL nos avisa que não é por a campanha estar no ar três meses que vamos conseguir angariar mais do que se apenas estiver um. O facto da campanha ser muito longa faz com que se adie permanentemente o apoio e quando a campanha termina, os “crowdfunders” já não vão a tempo por esquecimento.
No meu caso em particular, tratando-se de um documentário de cariz musical, pedi várias entrevistas em vários meios mediáticos (RTP, SIC Radical, Público, Jornal I, etc) planeando sempre entrevistas espaçadas entre si ao longo dos três meses de campanha para manter a “chama acesa” e desvendar pequenos novos detalhes à medida que a campanha chegava ao fim.
Criei também duas pequenas festas de angariação de fundos que contribuíram para que no fim a campanha chegasse à quantia necessária.
Primeiro "congresso" português sobre falhanços.
Decorreu no passado sábado, 2 de Março, o primeiro "congresso" português sobre falhanços.
Numa altura em que tanto se apregoa o sucesso e se evita falar dos erros, mais de 200 pessoas juntaram-se na Casa das Histórias da Paula Rego, em Cascais, para partilhar experiências... de falhanços.
PPL Membro Fundador da European Crowdfunding Network (ECN)
A European Crowdfunding Network (ou Rede Europeia de Crowdfunding) promove e impulsiona o desenvolvimento de ferramentas de Crowdfunding como alternativas viáveis de financiamento para empreendedores Europeus e projectos, assim como meios de investimento válido para investidores.
Esta iniciativa nasceu informalmente em 2012, sendo estabelecida como uma rede de plataformas europeias de todo tipo de crowdfunding. À medida que se tornou clara a necessidade de formalizar um orgão oficial para representar estas plataformas, o seu fundador Oliver Gajda decidiu criar uma associação internacional sem fins lucrativos.
O PPL Crowdfunding Portugal teve a honra de ser uma das plataformas convidadas para fazer parte dos membros fundadores e participou em Bruxelas no primeiro encontro dos membros fundadores, em que se estabeleceram os principais objectivos e se traçaram as primeiras diretrizes das tarefas para o ano de 2013.
Ainda há muito trabalho por fazer, mas o PPL está orgulhoso em poder participar nesta iniciativa e promete ir actualizando a comunidade!

Debate sobre crowdfunding na Assembleia da República
Decorreu ontem, na Assembleia da República, o primeiro debate sobre Crowdfunding e a respectiva regulamentação.

A iniciativa do grupo parlamentar do PS contou com a colaboração do PPL, que convidou ainda dois oradores internacionais: Carl Esposti, CEO da Massolution e crowdsourcing.org, e Oliver Gajda, fundador da European Crowdfunding Network e co-autor da framework europeia sobre crowdfunding, que visa harmonizar a regulamentação a nível Europeu desta novo serviço financeiro.
O programa contou com diversos intervenientes nacionais em áreas tão diferentes como empreendedorismo social, legal/fiscal, investigação universitária, incubadoras, plataformas de crowdfunding e respectivos casos de sucesso:
"A Regulamentação do Crowd funding em Portugal"
Sessão de Abertura: 10h00
Carlos Zorrinho;
João Marques, Plataforma Massivemov;
1º Painel – 10h15 – "Vantagens e desvantagens da regulamentação do Crowd funding"
Moderador: Pedro Alves;
Oradores:
Oliver Gajda, co-autor da framework Europeia de crowdfunding
Yoann Nesme, Investigador em equity-crowdfunding da Universidade Católica
João Cotter Salvado, Diretor Financeiro e de Investigação do Instituto de Empreeendedorismo Social
Hugo Santos, Associado Coordenador da Vieira de Almeida e Associados
2º Painel – 11h30 – "Crowd funding – Novas possibilidades de financiamento em Portugal e no mundo"
Moderador: Rui Duarte
Oradores:
Nuno Mesquita, Sócio da empresa AHUA, Caso de sucesso da plataforma Massivemov
Marco Vala, Sócio da empresa Tabletip Games, Caso de sucesso da plataforma PPL
João Vasconcelos, Director da Start-up Lisboa
Guilherme Collares Pereira, Director da Fundação EDP e da Bolsa de Valores Sociais (BVS)
Carl Esposti, CEO da crowdsourcing.org, via skype;
Sessão de Encerramento: 13h00
Pedro Domingos, Plataforma PPL
Duarte Cordeiro
Todas as intervenções complementaram-se e contribuíram para o arranque do debate, que não se esgota com esta primeira acção.
Pareceu existir consenso sobre o papel da regulamentação: pode aumentar a confiança nesta ferramenta financeira e será essencial para modelos mais sofisticados como lending-crowdfunding e equity-crowdfunding, ou seja, onde existe retorno financeiro para os apoiantes/investidores.
Já no modelo reward-based, actualmente praticado pela PPL e analisado pela Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a opinião é de que a regulamentação seja o mais simples possível, de modo a esclarecer direitos e deveres de todos os intervenientes mas sem criar entraves adicionais a um modelo já com provas dadas em Portugal.
O debate e a regulamentação específica podem ajudar a potenciar o crescimento do crowdfunding em Portugal, com todas as vantagens inerentes: criação de emprego, crescimento económico e promoção da inovação.
A clarificação que advier da regulamentação ajudará ainda a ultrapassar o desconhecimento e receios do público e educar todos os intervenientes: empreendedores, investidores, plataformas e media.
Cabe-nos acompanhar os recentes desenvolvimentos noutros países e continentes para evitar perder uma excelente oportunidade para dinamizar a nossa economia e tecido empresarial, constituído sobretudo por micro e PMEs com reduzido acesso ao crédito.
Cabe-nos sobretudo desenvolver estas ferramentas e colaborar com os esforços que estão a ser feitos dentro e fora das nossas fronteiras.
Temos a criatividade, o know-how e o engenho para o conseguir. É hora de agir.
Escolha da plataforma de crowdfunding
Gradualmente, o conceito de crowdfunding (financiamento colectivo) vai-se difundindo e ganhando adeptos e... plataformas!
Entre as várias dúvidas que um estreante promotor enfrenta, está a escolha da plataforma (são já mais de 400 a nível global!) que albergará a página com a campanha de angariação -- isto assumindo que o promotor opta por um serviço "chave-na-mão", pois poderá sempre implementar uma solução de raíz e à medida.

Foi precisamente esta a dúvida da Karinna Kittles-Karsten: como escolher o "abrigo" para a campanha de crowdfunding. E ela sugere-nos avaliar os seguintes pontos:
- Qual a duração permitida para a campanha?
- Quais os custos para lançar?
- Existe a possibilidade de ficar com o valor angariado caso não atinja o montante pedido? E a que custos?
- Qual o tipo e área de projectos promovidos pela plataforma?
- Qual o suporte da plataforma com questões e sugestões para melhorar o projecto (texto, recompensas, vídeo)?
- Que visibilidade se consegue junto dos media?
A estas questões, eu adicionaria ainda:
- Quais os meios de pagamento?
- Qual a audiência principal da plataforma (dados demográficos)?
- Qual o acompanhamento pós-financiamento?
- Que tipo de contrapartidas tenho disponíveis? Produtos ou serviços? Juros? Capital social da minha empresa?
Não há receita universal e não haverá nenhuma plataforma perfeita. Cada caso é um caso.
Mas se o promotor pensar nestas questões de ante-mão fará certamente uma escolha mais acertada e aumentará as hipóteses de ver o seu projecto financiado.
Poderá ler o artigo mencionado no site crowdfunding.org.
Crowdfunding ao vivo
Na sexta-feira (dia 24), assistimos a uma sessão inédita de crowdfunding ao vivo! O lançamento do movimento da Formiga Juju em Portugal transformou-se numa grande manifestação de solidariedade, com sala cheia, calor humano, crianças felizes e resultados concretos.
Assinámos, com os parceiros, a Carta Fundadora do Movimento da Formiga Juju em Portugal:

E conseguimos gerar 1050 euros para o projecto "A Formiga Juju e o Sapo Karibu", que foram directamente depositados aqui: http://ppl.com.pt/pt/prj/karibu
Agora faltam 5 dias para fecharmos a nossa campanha de crowdfunding no PPL. Será que vamos conseguir?
A Formiga Juju Chega a Portugal
Na próxima sexta-feira, dia 24 de agosto, a partir das 18 horas, na Livraria Ler Devagar (LX Factory), junte-se à Formiga Juju, a favor da educação inclusiva em Moçambique.
A Formiga Juju, em parceria com a Livros de Ontem e a AIDGLOBAL organiza na próxima sexta-feira, dia 24 de agosto, a partir das 18 horas, na Livraria Ler Devagar (LX Factory), um evento de apresentação, debate e solidariedade a favor da educação inclusiva em Moçambique.
O evento inclui a apresentação do movimento da Formiga Juju, uma exposição de fotografias e um debate dedicado ao tema: “Crowdfunding: um exercício de cidadania?”, com a presença do PPL-Crowdfunding Portugal e do Instituto de Empreendedorismo Social.
Num espaço dedicado às crianças, haverá uma participação especial d’Os Contabandistas, que farão a leitura encenada do conto infantil “A Formiga Juju na Cidade das Papaias”, da autoria da jornalista portuguesa Cristiana Pereira, com ilustrações do artista plástico moçambicano Walter Zand.
A Formiga Juju é um movimento social de promoção da leitura e expressão criativa, direccionado para crianças em situação de vulnerabilidade. Os livros produzidos pelo movimento destinam-se à distribuição gratuita em escolas ou instituições, encontrando-se já em Moçambique, Angola, Timor Leste e, agora, Portugal.
As receitas angariadas durante o evento, através da venda de livros e das fotografias em exposição, revertem integralmente a favor do projecto “A Formiga Juju e o Sapo Karibu”, que fará a criação e distribuição de materiais didácticos em prol da educação inclusiva em Moçambique.
Veja aqui o programa.
Siga-os no facebook: http://www.facebook.com/formigajuju
Veja o novo projecto no PPL: http://ppl.com.pt/pt/prj/karibu
- ‹ anterior
- 30 of 34
- seguinte ›