Projeto de fotografia participativa nas Caldas da Rainha que preserva memórias através do retrato, criando um arquivo vivo de histórias, identidade e território.
Há histórias que desaparecem sem nunca terem sido registadas.
Memórias que vivem apenas em quem as guarda.
O projeto IMPORTA nasce da necessidade de preservar essas histórias antes que se percam.
Desenvolvido no âmbito do F/262 – Festival Internacional de Fotografia, IMPORTA é um projeto de fotografia participativa que explora a relação entre memória, território e identidade, através do retrato e do envolvimento direto com as comunidades.
Esta campanha apoia a primeira fase do projeto nas Caldas da Rainha, com intervenção em:
- União das Freguesias de Caldas da Rainha — Nossa Senhora do Pópulo, Coto e São Gregório
- Nadadouro
- Foz do Arelho
Nesta fase, iremos trabalhar com pessoas destas comunidades, com especial foco nas gerações mais velhas, criando retratos e recolhendo histórias que refletem a identidade e a memória do território.
Cada retrato será parte de um arquivo vivo, onde o individual e o coletivo se cruzam, contribuindo para a construção de uma memória partilhada.
O apoio a esta campanha é essencial para tornar este projeto possível.
Permitirá garantir a criação do Micro Museum (museu móvel), bem como a produção das exposições, conteúdos editoriais e a implementação do projeto no território.
Este é apenas o início de um projeto mais amplo, que pretende expandir-se a outras freguesias e desenvolver formatos editoriais e expositivos, incluindo publicações e apresentações públicas.
Um dos elementos centrais desta fase é a criação de um Micro Museum — um museu móvel que permitirá levar o projeto diretamente às comunidades.
Ao apoiar o IMPORTA, estás a contribuir para preservar histórias que poderiam desaparecer e a dar visibilidade a pessoas que raramente são representadas.
Estás também a ajudar a levar este projeto diretamente às comunidades, criando acesso onde muitas vezes ele não existe.
Cada retrato é uma presença.
Cada presença constrói memória.
Junta-te a este projeto e ajuda-nos a garantir que estas histórias não desaparecem.
Sobre o promotor
Sou o João Carlos, fotógrafo e diretor do F/262 – Festival Internacional de Fotografia.
Ao longo do meu percurso, tenho desenvolvido projetos que cruzam fotografia, identidade e impacto social, sempre com um foco forte nas pessoas e nas suas histórias.
O projeto IMPORTA nasce de uma preocupação muito simples, mas profunda: a consciência de que muitas histórias desaparecem sem nunca terem sido registadas. Pessoas que viveram vidas inteiras, com experiências, memórias e saberes, mas que raramente são vistas ou ouvidas.
A fotografia, para mim, é uma forma de reconhecimento. Uma forma de dizer “tu importas”.
Este projeto não surge do zero. É uma continuação de um percurso que já passou por exposições, publicações e colaborações institucionais, incluindo projetos editoriais e trabalho com comunidades.
Em conjunto com a ASSOCIAÇÃO F/SOS – Fotografia, Solidariedade e Obras Sociais, desenvolvemos iniciativas que utilizam a fotografia como ferramenta de memória, inclusão e ligação entre pessoas.
O IMPORTA representa esse compromisso: trabalhar diretamente com comunidades, criar retratos com significado e preservar aquilo que não pode ser perdido.
Mais do que um projeto artístico, é um projeto humano.
E só faz sentido se for feito com as pessoas — e para as pessoas.

detalhe do livro
Orçamento e Calendarização
O valor desta campanha será maioritariamente aplicado na criação do Micro Museum (museu móvel) e na produção física do projeto.
A componente de fotografia e edição será assegurada diretamente pelo autor, como contributo para a viabilização do projeto.
Criação do Micro Museum (veículo + adaptação) – €6.000
Produção e impressão de exposições – €3.200
Produção editorial (catálogos / publicações) – €2.500
Equipamento técnico (incluindo VR base) – €1.000
Design e desenvolvimento de conteúdos – €1.200
Logística e deslocações – €1.362
Total: €15.262
Maio – Preparação e desenvolvimento do Micro Museum
Aquisição do veículo, adaptação e planeamento do projeto com as comunidades.
Junho e Julho – Produção fotográfica e implementação no território
Realização das sessões nas freguesias e início das apresentações locais.
Julho e Agosto – Edição, produção editorial e impressão
Tratamento das imagens, desenvolvimento de conteúdos e produção física.
Setembro – Apresentação no F/262
Integração dos resultados no contexto do festival e ativação do projeto.
Galeria de Imagens
Documentos