Há histórias que não se inventam. E esta é, sem dúvida, uma delas.
Tomé é uma curta-metragem sobre uma filha que acompanha o pai durante os últimos tempos da sua vida. Um cancro neurológico terminal que leva não só o corpo, mas a pessoa que ela sempre conheceu, aos poucos, em silêncio, mesmo à frente dos seus olhos.
É um filme sobre o amor que não sabe despedir-se. Sobre o peso de estar presente quando não há nada a fazer. Sobre o que fica entre duas pessoas quando as palavras já não chegam.
Baseado na história real do realizador, André Fournier, Tomé é o seu projeto de fim de Mestrado em Cinema na Universidade Católica do Porto.
Porque precisamos da tua ajuda?
A produção conta com o apoio da faculdade, mas esse apoio não é suficiente para garantir as condições que esta história merece. Cada euro angariado vai diretamente para a produção: deslocações, alimentação, pós-produção e tudo o que é necessário para que este filme exista com a dignidade que lhe é devida.
Não pedimos muito. Pedimos que acredites que esta história vale a pena ser contada.
Sobre o promotor
André Fournier é realizador e estudante de Mestrado em Cinema na Universidade Católica do Porto. Natural da Madeira, cresceu com o cinema como linguagem e encontrou nele a forma de processar o que a vida não pede licença para trazer.
Tomé não é apenas o seu projeto académico, é a sua forma de olhar de frente para algo que vivenciou. De transformar dor em arte. E de a partilhar com quem quiser recebê-la.
A equipa técnica é composta por estudantes de cinema unidos pela mesma convicção: que esta história merece existir. André Fournier assina a realização, acompanhado por Alaa Arbi na direção de fotografia, André Sanguedo na montagem, Tatiana Pereira na assistência de realização, Jyotirmay Shuva na assistência de produção e Mehyar Hajji na assistência de imagem.

Apresentação Equipa Técnica
Para além disso, apresentamos também o elenco que vai trazer vida a esta história. Diogo Lima protagoniza o papel de Tomé, Bárbara Machado é Carolina, Bruna Martins interpreta Gaia e Rebeca Cunha veste o papel de Paula.

Apresentação do Elenco
Orçamento e Calendarização
O dinheiro que angariarmos vai diretamente para o que se vê no ecrã: para as pessoas que dão vida a esta história e para as condições que tornam possível contá-la com dignidade. O equipamento técnico é cedido pela faculdade e a equipa trabalha em regime voluntário, porque acredita no projeto. O que falta é o resto: os atores, a comida no set, a carrinha que nos leva às localizações, os adereços que constroem o mundo da história.
As rodagens acontecem na semana de 25 a 31 de maio de 2026. O filme fica concluído em junho do mesmo ano.

Destino dos Fundos

Calendarização
Galeria de Imagens