O nosso contentor, essencial para apoiar equipas técnicas e atletas, era o coração invisível do clube. Com a Tempestade Kristin, foi destruído. Precisamos de o reconstruir com urgência para apoiar quem nos representa.
Durante anos, o nosso contentor foi muito mais do que uma simples estrutura.
Era um espaço essencial para o funcionamento diário das equipas técnicas e para o apoio direto aos atletas. Era ali que se planeavam treinos, se organizavam jogos, se preparavam estratégias e se dava suporte a quem, dentro de campo, representa o esforço e a dedicação de toda uma comunidade.
Discreto, mas indispensável, era o verdadeiro bastidor de tudo o que acontece no terreno de jogo.
Tudo mudou com a passagem da Tempestade Kristin. A força da tempestade deixou um rasto de destruição — e o nosso contentor não resistiu. Ficou completamente destruído.
De um momento para o outro, perdemos um ponto fundamental de apoio às nossas equipas.
Hoje, continuamos no terreno, mas sem as condições necessárias para trabalhar, preparar jogos e apoiar os atletas como sempre fizemos. Sem esta estrutura, o dia a dia do clube está comprometido e o desenvolvimento das nossas equipas está em risco.
