Setúbal precisa de mais espaços de debate livre, informado e plural.
“Se Não Sabes Pergunta” é um novo podcast de entrevistas, conduzido por Paulo Anjos, dedicado a Setúbal.
O nosso objetivo é simples: criar um espaço onde decisões públicas são escrutinadas, ideias são confrontadas e a voz dos cidadãos é levada a sério. Vamos conversar com jornalistas, académicos, dirigentes associativos, empresários, ativistas e, sobretudo, com pessoas de Setúbal que sentem no dia a dia o impacto das políticas locais.
Temos muito para perguntar.
Setúbal é uma terra riquíssima em historia e estórias que merecem ser contadas pelos protagonistas. Esta é a cidade de Bocage e de José Afonso, do Slow J e de Sebastião da Gama, de Vitor Batista e de Mourinho. Somos uma terra com uma identidade fortíssima e incomparável. Aqui nasceu o choco frito, abusamos dos erres quando falamos, não nos importamos que nos chamem charrocos. O mar e a serra marcam-nos profundamente.
Ainda assim, há muito que não sabemos e por isso tanto temos para perguntar.
Quero perguntar o que não sei e, para isso, conto com o vosso apoio. Ajudem este projeto a crescer para que possamos ter em Setúbal um espaço de debate franco e aberto, em que se fale de política, mas em que se vá também muito para lá disso. Com o vosso contributo podemos fortalecer a nossa comunidade e reforçar a nossa identidade setubalense.
Contribua! É fácil e rápido.
Sobre o promotor
O meu nome é Paulo Anjos e nasci em 1966, no que então se chamava Parque das Escolas e é hoje o Largo José Afonso. Cresci no Largo da Fonte Nova e entre as Ruas Paulino de Oliveira e Vasco da Gama. A Rua do Ligeiro era a via rápida para as minhas corridas de bicicleta e o Outeiro a pista de ski por onde descia com o resto da rapaziada em chapas de madeira que encontrávamos nas ruas.
Sou e gosto de ser um Setubalense, um charroco, um sadino da terra da sardinha e do carapau.
Comecei a minha vida profissional aos 18 anos na Rádio Azul, onde fui jornalista e aprendi muito com dois homens intratáveis, mas sempre disponíveis para ensinarem o muito que sabiam: os jornalistas Jorge Simões e Luciano Rocha. Foram eles que formaram toda uma geração de jornalistas setubalenses que hoje se destacam nos mais importantes órgãos de comunicação social nacional. O Jorge já partiu, o Luciano andará por aí. É sempre fudamental recordá-los.
A militância política, partidária e associativa estiveram presentes na minha vida desde muito cedo. Ainda hoje. Não há nada a esconder.
Depois, formei família aos 22 anos e fui pai aos 23 e aos 27 da Joana e da Mariana. Agora só aspiro a ser avô. Nada mau...
Tentei acabar a licenciatura em Comunicação Social, que comecei em 1985, ainda antes desta grande aventura de ser pai, mas só o consegui fazer, já o curso tinha mudado o nome para CIências da Comunicação, em 2009. Mais vale tarde que nunca...
Fiz o resto de toda a minha carreira profissional em gabinetes de comunicação de autarquias, sempre a apoiar muito de perto presidentes de câmara. Feitas as contas, trabalhei com nove presidentes de câmara, seis homens e três mulheres: Ferreira da Costa e Carlos Pésinho (Palmela) Gracieta Baião e Rogério de Brito (Alcácer do Sal), João Soares (Lisboa, onde trabalhei diretamente com a vereadora Rita Magrinho, do pelouro do Desporto), Carlos Sousa (Palmela e Setúbal), Maria das Dores Meira e André Martins (Setúbal) e finalmente e de novo Ana Teresa Vicente, em Palmela. Passei ainda pela Associação de Municípios da Região de Setúbal. Costumo dizer que trabalhei na mais pequena autarquia do país, embora fosse uma das maiores em território, e na maior. Estive sete anos na Câmara Municipal de Alcácer do Sal, de onde saí diretamente para a Câmara Municipal de Lisboa, onde trabalhei dois anos em assessoria de imprensa. Esta é, de resto, a atividade que mais me ocupou durante toda a minha carreira profissional.
Nos últimos 24 anos trabalhei na Câmara Municipal de Setúbal, onde dirigi a Divisão de Comunicação e fiz a assessoria de imprensa de toda a câmara e de todos os presidentes que por ali passaram neste período. Trabalho atualmente na Câmara Municipal de Palmela.
O meu currículo está todo aqui https://www.linkedin.com/in/pauloanjos/ e aqui algumas coisas que vou pensando https://www.facebook.com/paulo.anjos?
Orçamento e Calendarização
Para arrancar com qualidade profissional, preciso de adquirir equipamento básico de áudio e vídeo (microfones, interface de som, iluminação e tratamento acústico). O valor total estimado é de 350 a 500 euros.
Cada contribuição, por pequena que seja, ajuda a garantir um podcast independente, rigoroso e útil para a comunidade de Setúbal.
O que prometemos aos apoiantes:
- Transparência total na utilização dos fundos;
- Conteúdos regulares e de qualidade;
- Um espaço de debate sério, respeitador e exigente.
Se acredita que Setúbal merece mais escrutínio cívico e mais conversa pública de qualidade, junte-se a nós.
Equipamento necessário
| Equipamento |
Sugestão |
Preço aprox. |
|---|
| Microfone principal |
Samson Q2U (USB + XLR) |
65 € |
| 2.º microfone (convidados) |
Behringer XM8500 |
22 € |
| Interface de áudio |
Behringer UMC22 |
55 € |
| 2 tripés de mesa |
Básicos com braço articulado |
2 × 20 € = 40 € |
| 2 pop filters |
Anti-plosivas |
2 × 8 € = 16 € |
| Auscultadores (monitorização) |
Superlux HD681 |
30 € |
| Cartões de espuma acústica (pack) |
Tratamento básico |
60 € |
| Cabos XLR |
2 cabos |
2 × 10 € = 20 € |
| Iluminação simples (se usares vídeo) |
Ring light |
35 € |
| Total estimado |
|
≈ 343 € |
Margem livre (~150 €) para:
Se não sabes, pergunta. E nós vamos perguntar por ti.
Galeria de Imagens
Paulo Anjos
Obrigado
Obrigado a todos e a todas que contribuíram para este projeto. O prazo para angariar apoios terminou. Angariei 288 euros que servirão para o arranque do podcast sobre Setúbal “Se não sabes pergunta”. Poderá levar mais tempo, mas lá chegarei.
Paulo Anjos
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Paulo Anjos
Obrigado a tod@s!
Se puderem falem desta ideia aos vossos amigos.
Se precisarem de saber mais alguma coisa perguntem-me…
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