Por uma luz ao fundo do tacho!

Os daguida, numa reação à situação pandémica vigente, inauguram uma nova unidade de produção, o PROJECTO PARALELO. Um laboratório onde os princípios activos do confinamento distópico são sintetizados em novas soluções sonoras para um futuro pós-viral.
“Quero Tacho” surge assim como o primeiro antivírico capaz de debelar as cadeias de transmissão activas, entretanto registadas nos vários gabinetes da Cultura nacional.
Sedentos de tacho, os daguida, testam assim novos compromissos estéticos, onde os beats de cadência acelerada e cintilante, encontram as vozes alucinadas pela fome, numa viagem a um futuro em vias de extinção.
Devidamente homologado, “Quero Tacho” não carece de receita médica mas estudos recentes garantem que a sua eficácia é total, quando acompanhado pelo dever de distanciamento social e do cumprimento da etiqueta respiratória em vigor.