Marx na Baixa

Marx na Baixa

E se homem barbudo de há dois séculos, vestindo um fato e gravata, carregando uma mala, talvez de livros, talvez de ideias, aterrasse em Portugal? E se esse homem fosse Karl Mar...

  • 640€

    angariado

    128% de 500€

    34 apoiantes

  • 27/05/2014

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  • Financiado

    Esta campanha foi totalmente financiada

E se homem barbudo de há dois séculos, vestindo um fato e gravata, carregando uma mala, talvez de livros, talvez de ideias, aterrasse em Portugal? E se esse homem fosse Karl Mar...

E se homem barbudo de há dois séculos, vestindo um fato e gravata, carregando uma mala, talvez de livros, talvez de ideias, aterrasse em Portugal?

E se esse homem fosse Karl Marx, que para reivindicar o direito a limpar o seu nome veio cá abaixo, mais propriamente à Baixa?

Este é o mote de Marx na Baixa, um espectáculo que mostra o lado mais humano do filósofo alemão. Uma mesa, duas cadeiras e quatro ou cinco adereços são o que Marx precisa para marcar um encontro com os lisboetas e para nos enviar numa viagem tão histórica como íntima, tão política como sentimental, tão profunda como irresistivelmente hilariante.

Trazer Karl Marx à Baixa de Lisboa é tarefa hercúlea. Já significou a tradução da obra de Howard Zinn, a compra dos direitos de autor e incontáveis horas de ensaios, reuniões e contactos. Do guarda-roupa à iluminação, passando por toda a produção, tudo em Marx na Baixa tem sido feito por uma equipa profissional, mas sem o suporte de qualquer estrutura profissional.

Sem apoios financeiros e investindo o próprio dinheiro, esta equipa de quatro pessoas tem feito pelas suas próprias mãos tudo o que sabe não poder esperar dos grandes mecenas. É exactamente por sabermos que os bancos ou os grandes grupos económicos nunca irão apoiar a visita de Karl Marx a Portugal que ela é tão premente. Porque esta peça de teatro incomoda e dá que pensar, seria muito mais confortável para uns poucos que Marx nunca pisasse os nossos palcos, nem numa comédia, nem a brincar! Para alguns, o teatro estaria melhor adestrado, amansado com a chantagem política do dinheiro e submisso à vontade e mau-gosto de quem o quer destruir.

É por Karl Marx ser o protagonista desta peça que os protagonistas do seu financiamento temos que ser todos. Marx na Baixa tem uma campanha em curso para ajudar a pagar a publicidade da peça (cartazes, panfletos, postais, etc.). Abaixo, através do PPL, uma empresa de crowdfunding portuguesa, cada um tem a oportunidade de fazer uma doação consoante as suas possibilidades. A nossa meta são 500€ e se este valor não for atingido até 27 de Maio, todas as contribuições serão devolvidas.

De Marx in Soho a Marx na Baixa

Marx marca de forma indelével a narrativa histórica do século XX. A sua filosofia inspira revoluções, redesenha fronteiras e agita, com a promessa de um mundo novo, os corações da humanidade inteira. Mas se 130 anos depois da sua morte o capitalismo triunfante garante tê-lo varrido para debaixo do baú das antiguidades filosóficas, porque será necessário declará-lo morto uma e outra vez? É para responder a esta pergunta que Karl Marx, em licença de uma hora, regressa ao mundo dos vivos. Marx in Soho, foi escrita em 1999 por Howard Zinn (1922-2010), historiador e dramaturgo norte-americano, mais conhecido pela sua autoria da "História dos Povos dos EUA". A suas obras foram distinguidas com dezenas de prémios, entre os quais o Thomas Merton Award, o Eugene V. Debs Award, o Upton Sinclar Award e o Lannan Literary Award. De estivador a doutor pela Columbia University e professor catedrático, o percurso de vida de Howard Zinn é indissociável do seu compromisso para com a justiça social e a simpatia pela causa dos humilhados.

Dizia Goethe que na impossibilidade de ser imparcial, vale mais a pena ser honesto. Marx in Soho é isso mesmo: tão parcial como sincera, tão política como verdadeira. Traduzida para dezenas de línguas e levada à cena em mais trinta países, Marx in Soho é uma crítica mordaz às hipocrisias e injustiças dos nossos tempos; uma fotografia vívida e apaixonante de Marx como a voz de uma humanidade insubmissa perante a iniquidade. O Marx de Soho não é uma caricatura nem um ídolo de barro. As mãos habilidosas de Howard Zinn historiador e activista modelaram um Karl Marx além da figura histórica, que é também um pai carinhoso, um marido dedicado e um crítico surpreendentemente lúcido do mundo actual. Mas Marx in Soho não nos oferece apenas uma original síntese dramática da filosofia marxista. Sustentado por uma investigação histórica de vários anos, Zinn foi capaz de reimaginar a personalidade, a vida e os dramas de um Karl Marx completamente humano. Este é o Karl Marx que bebe cerveja e sofre de furúnculos; Permanentemente exilado e procurado pela polícia, apaixonado pela sua mulher Jenny, desempregado e sem dinheiro para sustentar os filhos. Este é o Karl Marx verdadeiro, irascível e brilhante, que vê morrer três dos seus cinco filhos em condições miseráveis e que, apesar de tudo, nunca perdeu a esperança num mundo mais justo.

À deriva do seu animado monólogo, Karl Marx partilha com o público detalhes da sua vida íntima, comenta os grandes acontecimentos históricos da sua época, imiscui-se provocadoramente na nossa e apresenta-nos personagens deliciosas como o intempestivo anarquista Bakunin, a precoce revolucionária Eleanor ou o potencial burocrata Peeper. Howard Zinn dizia com propriedade que esta não é uma peça sobre política. É uma peça sobre Marx. É essa subtileza que confere a força e graciosidade necessárias a que, independentemente das opções políticas de cada um, ninguém fique indiferente a um Marx ora embalado pela esperança, ora dilacerado pela culpa, ora consumido pela tristeza, ora incendiado de raiva.

A relevância de uma peça ou a urgência de uma adaptação

Mas, por um erro burocrático das entidades do além, Karl Marx não aterra no Soho, Londres, que originalmente planeava visitar, nem no Soho, New York, onde em 1999 Zinn o colocou, mas em Portugal, no ano de 2014. "Marx na Baixa” não é só a primeira tradução desta peça para língua portuguesa nem tampouco só a primeira vez que subirá aos palcos em Portugal, é a completa adaptação do original aos nossos dias e à realidade política e social que o nosso país atravessa. A transformação do texto original incide em grande medida sobre três vectores: a actualização de comentários e notícias que desde 1999 perderam relevância; a adaptação a Portugal das referências à política e cultura norte-americanas e, por fim, a suavização de alguns matizes políticos a que o curso da História obriga.

Um fantasma assombra os teatros! Podem as classes dominantes tremer ante o seu regresso: Karl Marx visita Portugal em 2014! “Marx na Baixa”, com encenação de Mafalda Santos e direcção técnica de João Barreiros, a tradução e adaptação (António Santos) do original de Zinn, pisa pela primeira vez os palcos portugueses. Munido de boa cerveja portuguesa e um acervo de jornais do dia, Karl Marx (André Levy) visita Portugal para nos dizer de sua justiça, para nos contar uma história ou duas sobre a sua vida e para discutir as notícias que a espuma dos dia traz a Portugal, mas também para defender a sua honra e nos desafiar a defender a nossa. 

Datas de espectáculos confirmados

 
  • 10 de Maio de 2014 - Lisboa - Faculdade de Letras - Congresso de Estudos Marxistas 16:00 (demonstração gratuita de 20 minutos)
  • 17 de Maio de 2014 - Almada - Fórum Romeu Correia - Auditório Fernando Lopes-Graça - 21:30
  • 18 de Maio de 2014 - Almada - Fórum Romeu Correia - Auditório Fernando Lopes-Graça - 16:00
  • 30 de Maio de 2014 - Benfica - Auditório Carlos Paredes - 21:30
  • 31 de Maio de 2014 - Moura - Teatro Fórum de Moura - 21:30
 
  • 12 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 13 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 14 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 15 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 16:30
  • 19 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 20 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 21 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 22 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 16:30
  • 26 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 27 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 28 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 21:30
  • 29 de Junho de 2014 de 2014 - Lisboa - Teatro da Barraca - 16:30

 
  • Surpresa!
  • 18 de Setembro de 2014 - Queluz - Teatro Esfera - 21:30
  • 19 de Setembro de 2014 - Queluz - Teatro Esfera - 21:30
  • 20 de Setembro de 2014 - Queluz - Teatro Esfera - 21:30
  • 25 de Setembro de 2014 - Queluz - Teatro Esfera - 21:30
  • 26 de Setembro de 2014 - Queluz - Teatro Esfera - 21:30
  • 27 de Setembro de 2014 - Queluz - Teatro Esfera - 21:30

 
 
 
 
 
 
 
  • 25 de Outubro de 2014 - Carnide - Centro Cultural de Carnide - 21:30

Sobre o promotor

ANDRÉ LEVY (no papel de Karl Marx)

Doutorado em Biologia Evolutiva, lecciona e faz investigação no ISPA-IU (Lisboa). A sua formação em biologia foram influenciadas pelo pensamento de Marx quer directamente quer através de eminentes biólogos marxistas, como Stephen Jay Gould ou Richard Lewontin. Começou a apreender e praticar teatro nos EUA, durante o doutoramento, num teatro comunitário --Theatre Three, em Port Jefferson, Nova Yorque -- onde actuou numa diversidade de produções, incluindo peças infantis, musicais, teatro de improviso, e peças de Shakespeare. Em 2004 regressou a Lisboa e iniciou investigação no ISPA como bolseiro de pós-doutoramento. Em paralelo com a investigação, prosseguiu a sua carreira como actor, incluindo encenações de Cristina Carvalhal («Cosmos», em 2005, e «i.b.s.e.n.» em 2013), dos Primeiros Sintomas («Nunca Terra», em 2005, e «Timbuktu», em 2006). Antecipando o bicentenário do nascimento de Charles Darwin, encarnou esta figura histórica na peça «After Darwin» , em 2007. Aperfeiçoou técnicas de teatro de improviso com Os Improváveis, tendo realizado algumas actuações deste formato em Portugal. 

Juntamente com as carreiras de biólogo e actor, tem mantido uma actividade política no movimento pela paz e em defesa dos direitos dos estudantes e trabalhadores. É militante do PCP. Foi membro activo da Associação dos Bolseiros de Investigação Científica (ABIC), a qual presidiu durante um mandato. Tem contribuído com textos para o Avante!, O Militante, e a revista Vértice, e escreve para o blog Manifesto 74 e num blog pessoal, Jangada de Pedra. Conhecedor da obra e pensamento de Karl Marx, participou no 1º congresso Marx em Maio, em 2012. As ideias de Marx influenciaram também o seu estudo deste campo, quer directamente quer através de eminentes biólogos marxistas, como Stephen Jay Gould ou Richard Lewontin

ANTÓNIO SANTOS (Tradução - adaptação - produção)

Mestre em Relações Internacionais pela UNL, escreve sobre teoria política, migrações e política norte-americana para várias publicações de Portugal, EUA e Galiza (Avante!, Diário Liberdade, Portuguese Times, Manifesto 74, etc.)

Estudou no País Basco e leccionou nos EUA, de onde regressou em 2014. Marxista comprometido, mantém uma intensa actividade política.

MAFALDA SANTOS (Direcção artística e executiva - Encenação)

Licenciada em Teatro na vertente Formação de Actores e Encenadores desde 2005 pela Escola Superior de Teatro e Cinema trabalhou com encenadores como Rogério de Carvalho, Carlos Avilez, José Wallenstein e Pedro Luzindro. 

Tem desenvolvido vários projectos como encenadora e dramaturga, dos quais se destacam as peças, À Espera de Gorete, da sua autoria, no Teatro da Trindade, em Lisboa e Anfitrião, de Plauto, no Auditório Carlos Paredes, em Benfica. Trabalha igualmente com grande regularidade em projectos televisivos, dos quais se destacam Conta-me como foi, Laços de Sangue e "37". Actualmente é atriz e argumentista residente do programa “5 para a Meia Noite”, com apresentação de Nuno Markl. 

Desafiada recentemente pela produtora ZOE Films, começou a escrever para cinema, estando neste momento uma Curta metragem da sua autoria em pré-produção. Sócia fundadora da AproximArte- Associação para o Desenvolvimento Artístico Juvenil, e sua presidente até à data, promoveu inúmeras iniciativas de cariz cultural com a comunidade de Queluz. É dirigente sindical do STE- Sindicato dos Trabalhadores do Espectáculo e Presidente da Assembleia de Freguesia de Queluz Belas. 

 

Orçamento e Calendarização

500 euros para compra de material publicitário e de divulgação da peça de teatro. 300 euros para impressão de cartazes 200 euros para impressão de panfletos/postais Contamos poder atingir este valor no prazo de quatro meses. Contamos com uma rede de quase 1000 apoiantes no facebook
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    Faz um apoio de 3€ terás direito a um agradecimento na página de Facebook do nosso projecto.

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    Agradecimento Facebook, web e folha de sala

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    10 apoiantes

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    20€ ou mais

    1 Bilhete / Agradecimento Facebook, web e folha de sala

    Faz um apoio de 20€ e para além de um bilhete gratuito para um próximo espectáculo à tua escolha, terás direito a um agradecimento na página de Facebook do nosso projecto. O teu nome passará a integrar secção permanente de "agradecimentos" na nossa página web e constará da folha de sala de todos os espectáculos.

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    Bilhete duplo / Carta / Agradecimento Facebook, web e folha de sala

    Faz um apoio de 50€ e para além de um bilhete duplo para um próximo espectáculo à tua escolha, Karl Marx envia-te uma carta a agradecer a tua solidariedade. Terás direito a um agradecimento na página de Facebook do nosso projecto e o teu nome passará a integrar secção permanente de "agradecimentos" na nossa página web e constará da folha de sala de todos os espectáculos.

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    Bilhete duplo / Ceia para dois com Karl Marx / Carta / Agradecimento Facebook, web e folha de sala

    Faz um apoio de 100€ e ganha um bilhete duplo para um próximo espectáculo à tua escolha. Depois do espectáculo, Karl Marx e a equipa do "Marx na Baixa" convidam-te a ti e a mais uma pessoa para cear. Karl Marx também te enviará uma carta a agradecer a tua solidariedade. Terás direito a um agradecimento na página de Facebook do nosso projecto e o teu nome passará a integrar secção permanente de "agradecimentos" na nossa página web e constará da folha de sala de todos os espectáculos.

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    Patrocínio - Publicidade para empresas

    Faz um apoio de 250€ e o logótipo da tua empresa estará presente em tudo o material de divulgação do Marx na Baixa (Facebook, página web, postais, cartazes, folha de sal etc.). O nome da empresa também será mencionado na página de agradecimentos na Internet bem como na folha de sala.

    Ainda sem apoios. Faz o primeiro!

Sáb, 31/10/2026 - 07:29

Ter, 02/08/2016 - 09:52

Depois de Marx na Baixa, Lénine chega a Portugal

Saudações teatrais, Foi com o teu apoio que, há dois anos, trouxemos Karl Marx aos palcos portugueses na peça "Marx na Baixa". Agora, num momento em que se cumprem 199 Invern...

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Ter, 19/01/2016 - 18:40

Novas peças continuam o trabalho de Marx na Baixa

Associação Cultural Não Matem o Mensageiro, que levou às salas de teatro o projecto Marx na Baixa, está a trabalhar em duas novas produções: Homem Morto Não Chora e A Última Via...

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Dom, 01/06/2014 - 18:56

Pagamento concluído

Os fundos angariados foram transferidos para o promotor

27/05/2014

Campanha terminou

Os fundos foram totalmente angariados com sucesso

Lançamento da campanha

26/02/2014

Junta-te a nós para poderes participar nesta campanha. Criar conta

  • Não Matem o Mensageiro

    Depois de Marx na Baixa, Lénine chega a Portugal

    Saudações teatrais,

    Foi com o teu apoio que, há dois anos, trouxemos Karl Marx aos palcos portugueses na peça "Marx na Baixa". Agora, num momento em que se cumprem 199 Invernos sobre a Revolução de Outubro, a Associação Não Matem o Mensageiro está a planear uma homenagem às grandes transformações de 1917. "A Última Viagem de Lénine" é um texto original que conta a história da Revolução de Outubro em 90 minutos, num registo cómico e acessível para quem nunca teve qualquer contacto com o episódio maior da História humana. Trazendo Lénine a Lisboa e baseado num levantamento biográfico e teórico extenso, este texto original de António Santos ganha vida com a interpretação de André Levy e a encenação de Mafalda Santos.

    Porque não temos apoios públicos, continuamos dependentes da tua solidariedade, com 1€ ou com 100€, todos os contributos são precisosos. Podes apoiar aqui: http://ppl.com.pt/pt/prj/trazer-lenine-portugal

    Associação Cultural Não Matem o Mensageiro

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  • Não Matem o Mensageiro

    Novas peças continuam o trabalho de Marx na Baixa

    Associação Cultural Não Matem o Mensageiro, que levou às salas de teatro o projecto Marx na Baixa, está a trabalhar em duas novas produções: Homem Morto Não Chora e A Última Viagem de Lénine.

    Com estreia marcada para Março no Teatro da Comuna, em Lisboa, e sem quaisquer apoios públicos, Homem Morto Não Chora é um gesto de militância e activismo dos actores (o André Levy e o André Albuquerque) e da encenadora, a Mafalda Santos. Trata-se de uma peça política com o propósito declarado de levar a mais trabalhadores a coragem necessária para lutar. Cremos que, desde o 25 de Abril, não se levantava nenhum grupo de teatro político e de classe. Não é fácil, já se adivinha, fazer teatro politizado quando os teatros estão a fechar. Mas é uma necessidade. Uma necessidade de todos.

    Se a arte e o entretenimento amplificados pelos grandes grupos económicos nos indigna pela intenção de estupidificar e alienar, devemos, num gesto de indignação, ajudar a criar a resistência. E também nos palcos se resiste.

    É por acreditarmos que faz falta um projecto de teatro para dar mais força à luta que pedimos o teu contributo e a tua solidariedade. Podes fazer o teu contributo, a partir de um euro, com segurança através desta conta do PPL: http://ppl.com.pt/pt/prj/homem-morto-nao-chora

    O prazo para apoiar o projecto é o princípio de Fevereiro.

    http://ppl.com.pt/pt/prj/homem-morto-nao-chora

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